Relato de um submisso

Minha Deusa está sentada em seu trono. Para chegar a Ela é preciso subir quatro
degraus. Eu me encontro abaixo dos citados degraus, com a missão e o objetivo de chupar e lamber (como sempre, afortunadamente) os divinos e extraordinários pés de minha maravilhosa Dona.
Ela veste um conjunto extremamente excitante e provocador: Corset negro que apenas cobre seus exuberantes seios, cinta ligas, meias e sapatos pretos de saltos altísimos e muito finos. Já podem imaginar o
aspecto profundamente dominante e autoritário de minha Dona. Sem dúvida alguma, representa o fetichismo ideal materializado em sua máxima expressão. Eu o tenho feito muitas vezes, mas nunca me canso de adorar uma vez mais seus saborosos pés de Deusa. Primeiro, lambo e chupo seus sapatos em toda sua extensão e superfície com grande delicadeza, cuidados e lentidão. Depois, eu os tiro utilizando a boca e repito a operação anterior com um acrescimo: Mamo seus pés com as meias como um bebê faminto que mama os peitos de sua mãe. Minha língua percorre até o último recanto de suas pernas adornadas por deliciosas meias. Essas apetitosas meias ficam ensopadas por minha saliva, uma vez que faço com muita intensidade. Também lambo suas ligas, terminada a maravilhosa tarefa, Ela me ordena lamber-lhe o corset. A visão entrecortada de seus seios me provoca um desejo irrefreável de tocá-los, embora saiba com total segurança que não será possível.
Uma vez que se sente satisfeita, me ordena deitar-me por cima dos
degraus, ficando em uma posição realmente incomoda e excitante ao mesmo tempo.
Devo dizer que a única roupa que visto é uma tanga de couro minúscula apertada que mostra com clareza a enorme ereção que sofro.
Atrás de minha cabeça está sentada mnha Dona, que me dá para chupar apenas seus
puntiagudos saltos. Diverte-se me fazendo sofrer, já que retira seus saltos
em alguns momentos, ou os coloca próximos à minha boca numa distancia suficiente
para que não chegue até eles a minha língua estendida, crescendo assim minha ansiedade.
O que vem logo a seguir é capaz de causar um ataque cardíaco a qualquer fetichista e submisso que se preze.
Busca
 um pote de sorvete, o abre e o deposita no chão. Em seguida, introduz o salto de seu sapato direito no pote, o retira coberto de sorvete e me dá para provar.
Eu, logicamente, chupo esse salto como se ele fosse minha vida, deixando-o brilhante depois de litros
de saliva. Repete a operação com o salto esquerdo e também com a ponta de seus sapatos e, inclusive, chega a sujar suas solas. Nestes momentos celestiais, duvido que algum mortal se encontre em maior gloria.
Felizmente, não termina aí, Ela retiraos sapatos e coloca seus
pés alternadamente no pote até o fundo. Seus dedinhos cobertos pelas meias ficam cobertos pelo sorvete, que lambo e como apressadamente sem pestanejar. Ela faz isso várias vezes até quase terminar todo o conteúdo do pote. A mescla de sabor dos sapatos, meias, pés e sorvete me leva até quase o portal do êxtase absoluto.
.
Como de costume, me ordena ajoelhar-me a seus pés. Ela se senta  e levanta seu pé esquerdo arqueando-o até a altura de meu rosto e coloca seu pé direito sobre meus genitais entumescidos. -Quero que te masturbes enquanto lambe uma só parte de meu corpo: a sola de meu pé.
Lambo de cima a baixo, em círculos…
Abaixo minha tanga de couro… Enquanto chupo, beijo e lambo um pé, me masturbo sobre o outro. Não demoro muito a gozar porque minha excitação ja se prolongava durante demasiado tempo.
Meu último ato é lamber seu pé direito, limpando o sêmenl derramado. Como sempre, depois de vários encontros com grandes doses de infartante fetichismo, Ela se vai sem sequer  ter ficado nua em nenhum momento. Sua intenção é fazer-me sofrer e aumentar minha ansiedade e desejo, mas lamento dizer que se engana em parte porque, para mim, o que estou vivendo não tem preço. Assim somos os que sabemos apreciar a infinita beleza, superioridade implacável, inteligencia e autoridade de
algumas mulheres que são nascidas para serem servidas e adoradas por gente com a sorte como a minha.
Estar a seu serviço, ser um escravo de seus pés, sapatos ou botas, lambê-Las e chupá-Las desde os pés até a cabeça, estar aajoelhados em sua presença, etc… São deveres indiscutíveis para os que amam a grandiosa e inigualável DOMINAÇÃO FEMININA (assim mesmo, com maiúsculas).

 

 

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