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Canes

Postado em Sem Categoria em Maio 5, 2008 por deusanemesis

O uso de canes é uma das formas mais severas de punição.

A utilização de uma cane exige uma série de práticas e conhecimentos como, por exemplo, excesso de força  numa área onde a pele é mais fina pode parti-la. Não importa se é uma cane simples, uma sensual cane ou uma cane dupla, macia ou rígida, este é um versátil brinquedo com muitos usos. Sua utilização com certeza deixará marcas. Por ser um instrumento severo de punição os escravos mantêm com ela uma relação de ódio e amor.

 


         
Como escolher uma cane

Canes podem ser feitas de rattan, bétula, lexan (resina de policarbonato), e de qualquer outro tipo de madeira, metal ou plástico. Canes feitas em casa são mais perigosas, uma vez que podem ter arestas aparentes, se partem facilmente ou lascam provocando ferimentos indesejáveis. A cane deverá ter uma capacidade significativa de dobrar-se e voltar à posição de uma linha reta. Deverá ter três ou mais camadas de verniz.

E lembre-se que:
Pequeno diâmetro = dor acentuada, som sibilante.

Grande diâmetro = som grave, grande impacto.

 Sugestões e cuidados ao utilizar-se de uma cane

Esteja certo de que o ambiente não esteja muito frio.
O sub  deve procurar relaxar a musculatura posterior do traseiro para evitar acúmulo de ácido láctico que pode acabar causando uma dor profunda.
É difícil, se não impossível, matar qualquer agente causador da hepatite em canes, portanto todo cuidado e consciência de que a saúde de seu escravo não tem preço.
Produtos a base de zinco ajudam a curar manchas escuras.
Evite a região logo acima das nádegas e a parte de trás do joelho.
A frente das coxas é uma área bastante interessante de ser “ explorada” por uma cane.

A dobra entre as nádegas e coxas e denominado “sulco”, pode ser muito doloroso quando atingido.
O escravo deitado no solo torna difícil que o dominante acerte diretamente a área desejada.

 

SM

Postado em Sem Categoria em Abril 21, 2008 por deusanemesis

 O que é SM:
SM é dor.
Às vezes, SM é prazer.
Às vezes, SM é castigo.
Sadismo não é o mesmo que Dominação.
Masoquismo não é o mesmo que submissão.
Um Mestre não é um Dominador, não é um Sádico.
Pode ser os três, mas é raro.
Um servo não é um submisso, não é um masoquista
Pode ser os três, mas é raro.
SM não é tão facilmente determinado.
SM é aceitar seus desejos e necessidades.
SM é estar empurrando limites – continuamente, seja intencional ou não.
SM é mais dor.
SM pode ser uma troca amorosa, mas nem sempre é.
SM pode ser agradável para ambos as pessoas, mas nem sempre é
SM é chorar quando você não quiser chorar.
SM é chorar quando você sente NECESSIDADE de chorar.
SM é dor porque VOCÊ quer.

SM é às vezes divertido.
SM às vezes não é divertido.
SM pode incluir dramatizações, dominância, submissão. Ou não.
SM pode ser simplesmente uma extensão de D / s, ou não.
SM pode ser espiritual, ou não.
SM pode ser sexual, ou não.

 

 

 

Postado em Sem Categoria em Abril 16, 2008 por deusanemesis

Muitas vezes ouço dizer que as pessoas no BDSM seguem milhares de protocolos. Isto simplesmente não é verdade. O que essas pessoas têm são SUAS regras.
Como ocorre com tudo em BDSM não existem bases claras, direitos, regras ou protocolo. As regras/bases/protocolo são individualizadas. Alguns seguem a Velha Guarda, outros preferem a Nova Guarda e outros têm suas próprias maneiras. Tudo o que importa é que quem está envolvido numa relação de BDSM compreende e concorda como essas bases/regras/protocolo/orientações são utilizadas.
Aqui coloco algumas coisas para você pensar e ponderar. Você pode concordar ou discordar com algo ou com tudo que está escrito abaixo. São coisas que ouvi ao longo de alguns anos e que são praticadas por pessoas envolvidas em BDSM.

Não significa que concorde com o que está na lista. Esta lista está aqui simplesmente para você olhar, pensar e criar os seus próprios fundamentos / regras / protocolo / orientações, independentemente se você é Dom ou sub.

Direitos humanos básicos, cortesia e respeito às leis se aplicam sempre, não importa sua procedência ou posição numa relação BDSM.

Possuir maneiras e cortesia normais, tal como o resto da sociedade. Portanto, só porque você alega ser uma Dominadora não espere poder tratar todos os submissos como se fosse seu submisso, que isso NÃO É CERTO. Só porque você alega ser um submisso não espere que toda Dominadora o trate como se pertencesse a ela, que isso NÃO É CERTO.
Ninguém deve esperar que um submisso obedeça a uma Domme ou que uma Domme dê ordens a ele, quando não existe um relacionamento entre eles.
Até que o submisso declare sua submissão, nenhuma Domme tem o direito de intimidar, forçar ou tirar sua liberdade.
Até que uma Domme tenha aceitado sua submissão, nenhum submisso tem o direito de tentar manipular, se intitular, ou forçá-lo a tirar sua liberdade.
Ambos devem ter confiança e respeito mútuos, não devem mentir ou ocultar coisas um do outro, nem devem aceitar que o outro faça isso.
Ambos devem ser emocional e fisicamente sãos e esperar que assim permaneçam em todo e qualquer relacionamento.
Ambos devem ter o tempo que eles sentem que necessitam e não permitir que o outro o force ou apresse em NADA.
Submissos não esperem sua Dona para corrigir ou resolver todos os seus problemas. Certamente sua Dona quer ouvir sobre a sua vida, mas ela não quer ouvi-lo falar de seus problemas de forma contínua, se tem problemas reais, procure um terapeuta. Isso serve também para a Domme, se você está constantemente descarregando seus problemas em seus submissos, você está apenas pesando-os com coisas que eles não podem suportar (e eles querem fazer tudo para que você se sinta confortável), se você tiver problemas reais vá ver um terapeuta.
É esperado dos submissos que obedeçam imediatamente e não questionem ordens, desejos e caprichos da Dona.
O submisso deve dizer à Dona o que gostaria que ela fizesse ou o que não está sendo cumprido dentro do que foi negociado entre ambos.
Uma Domme pode manifestar ternura, amor e compreensão quando ela desejar e isso não deve ser encarado como demonstração de fraqueza perante o submisso.
O submisso deve ser autorizado a expressar a carência de ternura, amor e compreensão quando sentir necessidade.
O submisso deve esperar ser autorizado a fazer perguntas, desde que sejam feitas respeitosamente.
Uma Domme tem o direito de parar qualquer sessão a qualquer momento.
Um submisso tem o direito de parar uma sessão a qualquer momento usando a  “ safe word” combinada previamente.
Uma Domme nunca deve se sentir culpada pela aplicação de uma punição, ela serve para que o submisso aprenda a cumprir suas responsabilidades para com sua Dona.
Ambos nunca devem ser abusivos um com o outro.
Um submisso jamais deve se considerar uma pessoa fraca por ser uma pessoa submissa. Ele deve ter em mente que é forte o suficiente para admitir que dentro de si existe o desejo de servir, obedecer e agradar  sua Dona.
O submisso deve sempre estar preparado para agradar sua Dona em qualquer lugar, em qualquer momento, não importa em que circunstâncias ou quem está em volta.
O comportamento de um submisso reflete diretamente em sua Dona, por isso deve agir conforme as expectativas de sua Dona em todos os momentos.
A menos que expressamente concedidos nenhum submisso tem qualquer direito ou privilégio em sua relação com sua Dona. E quaisquer direitos ou privilégios dados podem ser retirados a qualquer momento pela Dona. 
A Domme treina, ensina e dá forma ao seu submisso, de acordo com os seus desejos e anseios. Isso torna os seus submissos valiosos para ela. 
A Domme tem a última palavra em todas as questões ou problemas. O submisso deve acreditar que sua Dona usou o seu julgamento e equilíbrio ao tomar as decisões.
Nenhum submisso pode libertar-se de suas funções, serviços, entregar a coleira, terminar o relacionamento sem que a Domme dê sua aprovação prévia e consentimento.
Uma Domme pode ter tantos submissos quanto ela desejar ou necessitar.
Um submisso deve manter a mente aberta a experimentar coisas novas  expandindo seus limites.
Um submisso nunca deve a pensar que ele é melhor do que outro.
O submisso deve pedir ajuda, se sentir necessidade.

A quantidade de regras/ leis/ normas/ é grande e variada. cabe a cada um criar e aceitar as suas prórpias e colocá-las em prática com responsabilidade.